terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Por que Coisas Ruins Acontecem se Deus é Bom - Ron Rhodes - part.3

O Mal Prova que Deus não É Bom?


Certa vez Blaise Pascal disse que o destino de Deus é ser eternamente mal compreendido. Isso, com certeza, é verdade quando surge o problema do mal. Algumas pessoas compreendem tão mal a Deus que chegam a concluir que Ele não é absolutamente bom; ao menos, não da forma que concebíamos ser seu caráter. Alguém já disse assim: "Como o mal pode ser compatível com a idéia de um Deus que é ativo no comando deste mundo? Há calamidades naturais: incêndios, terremotos e inundações. No passado, estas coisas foram chamadas 'atos de Deus'".

Deus é totalmente bom? Reflita sobre esses dois casos de pessoas que não abraçam a tradicional compreensão da bondade de Deus. A seguir, veja o que a Bíblia diz sobre a questão.

Estudo de Caso 1: O Teólogo Cristão Gordon Clark


Clark é bastante conhecido nos círculos teológicos como calvinista fervoroso que, de modo determinista, crê que os atos de Deus são a causa de tudo o que acontece no universo, inclusive os atos individuais dos seres humanos. Assumindo que esta premissa é verdadeira, conclui-se que, na verdade, os seres humanos não têm livre arbítrio.

Embora sustente que tudo o que Deus faz é bom, Clark afirma: "Declaro, intencional e sinceramente, que se um homem se embebeda e mata sua família, é porquê Deus assim o quis". Igualmente, era desejo do Pai que Jesus fosse crucificado no madeiro destinado aos criminosos.

Clark, portanto, no mínimo, entende a bondade de Deus de modo bem diferente da maioria dos cristãos.

"Pode parecer estranho, em um primeiro momento, que Deus decrete atos imorais, porém a Bíblia mostra que Ele o fez".9 Segundo Clark aponta, a Bíblia registra que Deus mandou os profetas mentirem (2 Cr 18.20 e 21). O significado final desse conceito é que Deus é a causa do pecado.

Sem dúvida, essa visão certamente torna Deus a causa do pecado. Deus é a causa última de tudo. Não existe absolutamente nada independente dEle. Apenas Ele é o ser eterno. Apenas Ele é onipotente.Apenas Ele é soberano.

Clark não quer dizer que o próprio Deus comete pecado, mas que Ele decreta que os seres humanos pequem. Clark, no entanto, diz que Deus não é responsável pelos pecados dos seres humanos. A responsabilidade repousa diretamente sobre os ombros dos homens.

O pecado envolve a transgressão da lei de Deus, mas é dito que Deus está acima de todas as leis: "Não há lei superior a Deus que o proíba de decretar atos pecaminosos. Para haver pecado, pressupõe-se que haja uma lei, pois o pecado é a ausência da lei".Deus, portanto, é o Criador divino e tem direitos ilimitados. Ninguém está acima dEle, ninguém pode puni-lo e ninguém pode responsabilizá-lo.

O homem é responsável, pois Deus o chama a prestar contas; o homem é responsável, pois o poder supremo pode puni-lo por desobediência. Deus, ao contrário, não pode ser responsabilizado pela simples razão de que não há poder superior ao dEle; nenhum ser maior pode responsabilizá-lo; ninguém pode puni-lo; não há ninguém para quem Deus seja responsável; não há leis que Ele possa desobedecer.

Em vista do exposto acima, parece claro que, da perspectiva de Gordon Clark, coisas ruins acontecem para pessoas boas porque Deus decretou que assim fosse. E esta visão sustenta, ainda, que Deus é bom.

Estudo de Caso 2: O Deus Arbitrário do Islã


Um dos mais controversos aspectos da visão mulçumana de Deus, cujo nome é Alá, relaciona-se à sua absoluta soberania. Na visão mulçumana, Deus causa tanto o bem quanto o mal. Deus pode guiar o homem para a retidão ou liderá-lo para o mal.

Afirma-se, em umas das vinte passagens do Alcorão, que Alá lidera o homem desviado. Tudo que acontece no universo, seja bom ou mal, é predeterminado pelo imutável decreto de Alá. Os mulçumanos acreditam que nossos pensamentos, palavras e atos (bons e maus) foram previstos, predeterminados e decretados por toda eternidade. Assim, Alá é descrito de várias maneiras como o Destruidor, o Acusador, o Tirano ou o Altivo.

Portanto, há uma forte tendência de determinismo e mesmo fatalismo no islã. Ouvimos com freqüência, entre os mulçumanos, esta afirmação: "Im shallah — como Deus quiser". Esse forte senso de fatalismo pode levar a ações irresponsáveis.Portanto, o fatalismo também conduz a uma diminuição do senso de responsabilidade moral.

Não é possível deixar de perceber que o Alá do Alcorão parece agir de maneira arbitrária. Ele pode escolher o bem, ou, facilmente, preferir o mal. Ele pode escolher a misericórdia, ou, sem esforço, optar pela crueldade. Ele pode escolher o ódio e preterir o amor. Em outras palavras, Alá fez algumas pessoas acreditarem em outras religiões (falsas) pelo mero propósito de povoar o inferno.

A despeito da forte ênfase na soberania de Deus, o Alcorão também ensina que os seres humanos serão moralmente responsabilizados pelo mal que fizerem. Alá os julgará no Dia do Julgamento. Não se explica, de maneira adequada, como os seres humanos serão responsabilizados por aquilo que Alá arbitrária e soberanamente decretou para toda a eternidade, mas os mulçumanos, todavia, crêem nisso.

O Alcorão parece enfatizar mais o poder de Alá do que sua pureza; sua onipotência mais do que sua santidade. Isso é totalmente distinto em relação ao Deus da Bíblia, pois o atributo central de Jeová é a santidade (Ex3.5;1Pe1.16).


Resposta aos Desafios da Benevolência de Deus

Deus é Todo-poderoso; Deus é totalmente bom; mesmo assim, o mal existe. A Bíblia ensina que o nosso Deus é totalmente bom e tem um propósito ao permitir que o mal exista — pelo menos, quanto ao aspecto temporal. O espaço que separa a eternidade passada da eternidade futura é o minúsculo ponto no tempo em que os seres humanos vivem sobre a terra temporal. Durante esse ínfimo ponto, Deus permite (não de maneira determinista) o mal para que alguns bens eternos sejam alcançados.

O Deus Bíblico É excepcionalmente Bom

A Bíblia destaca a absoluta unidade do caráter moral de Deus de forma enfática. Por unidade, não quero dizer que Deus é bom e mau, misericordioso e perverso. Deus é excepcionalmente bom, justo e reto. O Deus da Bíblia abomina o mal, não cria o mal moral nem leva o homem a desviar-se.

Os apologistas cristãos notaram que, conforme os ensinamentos do Islamismo, Deus não é bom em essência, mas é apenas chamado bom só por que Ele faz o bem. Ele é designado por suas ações. Obviamente, essa maneira de pensar é decisivamente falha. Uma vez que chamamos a Deus bom por que Ele faz o bem, então devemos chamá-lo mau por que faz o mal? Essa conclusão parece inevitável.

Ademais, se Deus faz o mal, isso não revela algo sobre sua natureza? O efeito não se assemelha à causa?Como Tomás de Aquino salientou, uma pessoa não pode causar algo que não possui.Dificilmente, à luz dessa explanação, podemos deixar de concluir que o mal é parte da natureza de Alá.

Ao contrário, a Bíblia é clara ao dizer que o bem e o mal não podem originar-se de uma única essência (Deus). Deus é luz, e "e não há nele treva nenhuma" (1 Jó 1.5).

O profeta Isaías assim adverte: "Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal!" (Is 5.20). Dizer que o bem e o mal se originam da mesma essência de Deus é o mesmo que dizer que o mal é bem, e o bem é mal. As Escrituras são enfáticas quando afirmam que Deus é totalmente bom:

Provai e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nele confia (Sl 34.8);

Bom e reto é o Senhor; pelo que ensinará o caminho aos pecadores (Sl 25.8);

Porque o Senhor é bom, e eterna, a sua misericórdia; e a sua verdade estende-se de geração a geração (Sl 100.5);

Louvai ao Senhor! Louvai ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua benignidade é para sempre (Sl 106.1);

O Senhor é bom, uma fortaleza no dia da angústia, e conhece os que confiam nele (Na 1.7).

De acordo com o Alcorão, os atributos primários de Alá são a transcendência e a soberania. Embora a Bíblia retrate Deus como transcendente e soberano, o atributo primordial de Deus, que permeia toda a Bíblia, é a santidade. Deus nunca faz nada que, de qualquer maneira, viole Sua santidade intrínseca.


Nosso Deus Soberano Permite o Livre-Arbítrio

Deus é soberano no sentido de que Ele governa o universo, controla todas as coisas E é o Senhor de tudo. Nada do que acontecer neste mundo estará fora de seu controle. Todas as formas de existência estão no escopo de seu domínio absoluto (Sl 50.1; 66.7; 93.1; Is 40.15; 1 Tm 6.15).

Certamente, é inescrutável para o entendimento finito do homem como a soberania divina e o livre arbítrio do ser humano possam ser verdadeiros. No entanto, essas duas doutrinas são ensinadas nas Escrituras.Na verdade, elas são vistas lado a lado em um único versículo. Por exemplo, em Atos 2.23, lemos sobre o Cristo crucificado: "A este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, tomando-o vós, o crucificastes e matastes pelas mãos de injustos". Aqui vemos, lado a lado, a soberania divina ("pelo determinado conselho e presciência de Deus") e o livre arbítrio do ser humano ("tomando-o vós, o crucificastes e matastes pelas mãos de injustos").

A questão sobre a soberania divina e a autonomia do ser humano não é algo fácil de conciliar. Algumas pessoas sugeriram que a soberania divina e o livre arbítrio do ser humano são como trilhos de trem paralelos que, nas Escrituras, correm lado a lado. Os trilhos nunca se juntam deste lado da eternidade. Quando entrarmos no esplendor do céu, sem dúvida, teremos completo entendimento dessas doutrinas bíblicas.

Gordon Clark e o islamismo estão absolutamente incorretos ao afirmar que Deus, de forma determinista, causa o mal. Não acredito, nem por um instante, que Deus levou um homem a embebedar-se e matar toda a família a tiros. Antes, o homem usou seu livre arbítrio de maneira deturpada, violando por completo um dos Dez Mandamentos (Êx 20.13) e, além disso, ofendeu a Deus com esse ato aterrador (Ef 4.30).

Deus não Criou o Mal

Encontro, ocasionalmente, pessoas que argumentam que a própria Bíblia afirma que Deus criou o mal ou, de alguma maneira, está envolvido com o mal. Em Isaías 45.7, por exemplo, Deus afirmou: "Eu formo a luz e crio as trevas; eu faço a paz e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas essas coisas". Em Provérbios 16.4, lemos: "O Senhor fez todas as coisas para os seus próprios fins e até ao ímpio, para o dia do mal". Em Êxodo 4.21 lemos que Deus endureceu o coração do Faraó. A passagem de Romanos 9.13, diz que Deus aborrece Esaú (e aborrecer é algo malévolo). O que significam esses versículos? Eles realmente ensinam que Deus está envolvido com o mal? Examinemos mais de perto.

Isaías 45.7. Nesse versículo, Deus afirmou: "Eu formo a luz e crio as trevas; eu faço a paz e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas essas coisas". Mais uma vez, em relação a Deus, não há mal moral. No caso dos egípcios, Deus estava meramente trazendo justo julgamento sobre os impenitentes pecadores. O bem final — o livramento dos israelitas que foram escravizados pelos egípcios — era o resultado desse julgamento de Deus.

Provérbios 16.4. Nesse versículo, lemos: "O Senhor fez todas as coisas para os seus próprios fins e até ao ímpio, para o dia do mal". Isso não quer dizer especificamente que Deus criou certas pessoas pecaminosas com o único propósito de destruí-las ou enviá-las para o inferno. As Escrituras nos asseguram que Deus não quer que ninguém pereça (2 Pe 3.9, grifo do autor) e que Deus ama toda a humanidade (Jó 3.16). Deus "quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade" (1 Tm 2.4). O preço da redenção que Cristo pagou na cruz está disponível para rodos (1 Jó 2.2). Esses versículos nos fornecem um importante pano de fundo para a interpretação apropriada de Provérbios 16.4, pois, se há algo a aprender com esses versículos, é que Deus cuida de todas as pessoas e as ama.

Êxodo 4.21. Nesse versículo, somos informados de que Deus endureceu o coração de Faraó. Faraó endureceu o próprio coração sete vezes antes que Deus o fizesse, embora tudo isso seja precedido pelo vaticínio de que Deus faria isso. Deus endurece pela mesma razão que demonstra misericórdia. Se o homem aceitara misericórdia de Deus, Ele a concederá. Mas se o homem não a aceitar, endurecendo seu coração, o Senhor, ao julgá-lo, apenas demonstra ser justo e reto. A misericórdia é o resultado de uma atitude reta; o endurecimento é o resultado da teimosia ou da atitude errada em relação a Deus. Os estudiosos sugerem que o perigo de resistir a Deus é que Ele, por fim, entrega-nos aos nossos próprios desejos (Rm 1.24-28).

Romanos 9.13.Nesse versículo, lemos que Deus aborrece Esaú. Conforme o contexto, a palavra "aborrecer" não pode ser considerada como se Deus tivesse a emoção humana de rejeitar, desdenhar e ter um desejo de vingança contra Esaú. Deus não tinha emoções psicológicas negativas que se acendiam contra Esaú. Antes, a palavra deveria ser entendida como o é no idioma hebreu — uma palavra que significa "amar menos" (compare com Gn 29.30-33.Em Lucas 14.26, ganhamos percepções dessa palavra quando Jesus afirma: "Se alguém vier a mim e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo". Jesus, com certeza, não instruiu seus seguidores a desobedecer a lei santa de Deus. Antes, a palavra aborrecer transmite claramente a idéia de "amar menos". Em outras palavras, devemos amar a Jesus mais do que amamos aos nossos pais.Nesse caso, devemos parafrasear Romanos 9.13 dessa maneira: "Em comparação com meu grande amor por Jacó, meu sentimento por Esaú, a quem 'amo menos', pode se parecer com rejeição". Devemos concluir que Deus não está envolvido, nem nunca esteve, em qualquer ato mal. Os atos de Deus sempre estão em perfeita harmonia com Sua natureza santa, reta e justa.

Deus não Perdoa a Mentira

Não esqueçamos que a Bíblia proíbe a mentira (Êx 20.16). A mentira é pecado (Sl 59.12), uma abominação para Deus (Pv 12.22). Em Números 23.19 afirma que "Deus não é homem, para que minta".

Em 2 Coríntios 18.20,21 Deus permite a ação de um "espírito de mentira". Entretanto, há uma distinção entre o que Deus infunde e o que Ele permite. Deus, por exemplo, permite que Adão peque no jardim do Éden, mas Ele não o infunde a fazer isso. Deus permite que Lúcifer se rebele contra Ele, mas não o impele a isso. Deus permite que Ananias e Safira mintam para Pedro, mas Ele não os leva a fazê-lo. Do mesmo modo, Deus permite a atividade de um espírito de mentira, mas Ele não infunde isso. Além disso, o caráter de Deus não pode ser contestado.

Curando nosso Coração

Se eu pensasse que Deus terminantemente causasse todas as coisas ruins em minha vida, seria tremendamente difícil sentir-me íntimo dEle.

Acredito que seria biblicamente mais preciso reconhecer que, embora Deus seja totalmente soberano, Ele também permite que façamos escolhas, e a grande quantidade do mal que recai sobre nós é conseqüência das escolhas equivocadas.

Caro amigo, da próxima vez que a vida lhe der um forte golpe, por favor, não sucumba à tentação de duvidar da bondade de Deus. Essa atitude apenas lhe causaria mais dor e sofrimento. A bondade de Deus é verdadeiramente abundante (Sl 31.19), e Ele quer apenas seu bem maior.

Ele o ama e deseja cuidar de você em todas suas dores.

Meu melhor conselho para você, fundamentado em anos de experiência, ó começar a memorizar algumas passagens-chave sobre a bondade de Deus. Minhas passagens favoritas são Salmos 34.8; Salmos 100.5; Salmos 106.1 e Naum 1.7. Abra sua Bíblia e deixe esses versículos confortarem sua alma. Enquanto reflete sobre a bondade de Deus, ofereça louvores a Ele por todas as coisas boas que, não obstante, existem em sua vida. Digo isso por que, quando sofremos, tendemos focar apenas as coisas negativas. Ao trazer à mente as coisas boas que permanecem em nossa vida e meditar sobre elas, podemos transformar nossas atitudes e pôr nosso sofrimento em uma perspectiva adequada. É possível fazer isso lembrando da máxima áurea: o sofrimento pode nos ajudar a manter o mundo, e o que nele há, tornando-o mais atraente para nós. Podemos conjecturar que, sem o sofrimento, as pessoas estariam totalmente satisfeitas com este mundo e não procurariam por nada mais. As pessoas não procurariam ser merecedoras do lar eterno nem seriam impelidas a se preparar para a eternidade.

Acredito que Deus quer que saibamos que esta vida não é tudo o que existe. Os poucos anos que passamos neste planeta servem de preparação para toda eternidade. Esta terra não é o nosso verdadeiro lar. Como cristãos, somos apenas "peregrinos" e "hóspedes" que passam por aqui (1 Pe 2.11). Estamos em nosso caminho para outro país — um país celestial (Hb 13.14). Um país pelo qual os antigos santos ansiavam (Hb 11.13-16).

Esses indivíduos têm uma perspectiva divina, e quando deparam-se com o sofrimento, sua perspectiva eterna os ajuda a suportá-lo e a prosseguir caminho. Faríamos bem em imitá-los e manter nosso olhar fixo no futuro, direcionado para a eternidade.

Se vivermos pensando que esta vida é tudo que existe, com certeza ficaremos facilmente desencorajados. No entanto, se temos certeza do estado de bem-aventurança eterna que nos aguarda, como também o que fazemos na terra conta para a eternidade, então estaremos cheios do vento divino que impulsiona nosso veleiro terrestre, o qual nos capacita a enfrentar qualquer condição do mar que possa estar a nossa frente.

Não sucumbamos à tentação de duvidar da bondade de Deus. Antes, perceberemos que o sofrimento do presente não é nada se comparado com a glória celeste que nos será revelada (Rm 8.18).

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