quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A felicidade nesta vida... e na vida eterna (Billy Graham - "O segredo da felicidade")

Se por felicidade queremos justificar serenidade, segurança, contentamento, paz, alegria e satisfação de alma, então Jesus foi supremamente feliz. Jesus não se entregava a diversões e passatempos, à hilaridade, a piadas ou zombarias. Também a felicidade D´Ele, não dependia de circunstâncias externas. Não precisava de estímulos de fora para ser feliz. Aprendera um segredo que Lhe permitira viver acima das circunstâncias da vida e a salvo do temor do futuro. Ele agia sempre com perfeita calma e certeza do que dizia e fazia, e sempre se mostrava sereno em meio às circunstâncias mais embaraçosas - e até mesmo ao enfrentar a morte! Qual era o segredo D´Ele?

Este nosso mundo materialista luta, e se agita, e se debate na eterna busca da fonte da felicidade! Quanto mais conhecimentos adquire, menos sabedoria parece ter. Quanto mais gozamos dos prazeres mundanos, nos sentimos menos satisfeitos e contentes com a vida. Somos como o mar inquieto, encontrando precária paz aqui e quase nenhum prazer ali; e nada nos parece permanentemente satisfatório. E assim continua a nossa busca!

Não obstante em nosso íntimo uma pequenina voz continua a nos dizer: " Não fomos criados para isso, mas para coisas melhores". A felicidade não é superficial, e não depende de circunstâncias. É uma felicidade, um contentamento, que enche a alma ainda mesmo no meio das circunstâncias as mais adversas e no meio de ambientes mais que nocivos e desanimadores. É essa felicidade que sorri quando tudo vai mal, e mesmo através das lágrimas.

Jesus é o Salvador, o que morreu pelos pecadores, levando suas transgressões à cruz em que por eles foi imolado. Ele morreu para salvar os homens que haviam violado o divino ideal e que, por isso, não podiam atingi-lo mais em sua natureza de degenerados. Em nossa geração, pessoas sinceras e honestas têm cometido o grave erro de pensar que a tarefa principal de Jesus era de natureza social, que Ele veio como um reformador da sociedade e como um exemplo da vida ideal, Ele foi, e é, muito mais, infinitamente mais. O velho testamento ensinara que o Cristo seria manso, e que transformaria o pranto em alegria, que a retidão ou justiça seria Sua comida e bebida, e que mesmo na cruz se manifestaria Sua maior fome e sede. Jesus é o homem perfeito da Beatitudes. Somente Ele experimentou completamente aquilo que nos diz acerca da felicidade e bem-aventurança da vida. O que Ele diz, diz-nos como Salvador que nos remiu e como Aquele que convida os que sinceramente professam ser Seus discípulos a seguí-Lo em Seus passos. A mensagem de Cristo foi revolucionária e compreensível. Suas palavras eram simples, conquanto profundas. E por isso, chocaram e abalaram os homens. Os homens, depois de ouvir a Jesus, nunca puderam ser mais aquilo que eram, pois que invariavelmente se tornaram melhores ou piores. No evangelho de Jesus há certo poder mágico que leva homens e mulheres a uma ação decisiva. Com as palavras de Cristo, o mundo já não podia continuar a ser o mesmo.

Entendemos que os cristãos devem ser gente muito feliz! Por isso, hoje precisamos mais de verdadeiros e leais cristãos do que propriamente de mais cristãos. Muitas e muitas vezes temos discutido com o mundo a letra da lei, quando devíamos viver mais como vivos oráculos de Deus, vistos e lidos por todos os homens. Já é tempo de voltar novamente às fontes e perceber e sentir outra vez as qualidades curativas da salvação;